Dar autonomia formal ao Banco Central, com mandatos fixos
Jair Bolsonaro · Presidente da República 2019-2022 (eleição de 2018)
O que foi prometido
“avançamos institucionalmente, com uma proposta de independência formal do Banco Central, cuja diretoria teria mandatos fixos, com metas de inflação e métricas claras de atuação.”
O que foi feito
A Lei Complementar 179/2021 deu autonomia ao Banco Central. O presidente e os diretores passaram a ter mandatos fixos de quatro anos, que não coincidem com o mandato do presidente da República.
Evidências
- Lei Complementar nº 179, de 24 de fevereiro de 2021 · 24 de fevereiro de 2021
Atualizado em 24 de outubro de 2026. Como avaliamos.